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3/7/2012 - Ensaios técnicos em matérias-primas garantem assentos extremamente seguros para estádios da Copa

Para fabricar o assento Charlie, a Flexform submeteu as matérias-primas de 12 fornecedores a 16 tipos de ensaios técnicos em três laboratórios acreditados pelo INMETRO

A Flexform conta com laboratório próprio, acreditado pelo Inmetro. No entanto, para assegurar que seu produto - o assento Charlie - respeite com todo o rigor as recomendações técnicas estabelecidas pela Comissão da Fifa e pelo Comitê Organizador Local e cumpra as exigências da norma ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) para os jogos da Copa, a NBR 15925/11, a companhia investiu R$ 200 mil para a execução de testes também em laboratórios externos. “Foram realizados testes de intemperismo, névoa salina, resistência, durabilidade e flamabilidade”, explica o gerente técnico da empresa, Rodrigo Norimbeni.

Neste último quesito, inclusive, a Flexform se destaca. “Somos uma das poucas empresas nacionais a trabalhar com assentos da categoria V0, que não propagam e nem gotejam fogo. Os assentos que atendem a essa especificação são feitos com um tipo de resina muito rara e difícil de manipular. Por isso, um volume grande de testes e de fornecedores foi exigido”, explica o diretor da companhia, Pascoal Iannoni.

Observando cuidados como esse, a Flexform consegue oferecer assentos com qualidade compatível a dos fornecidos por empresas de outros países. “Estamos seguindo à risca as regras brasileiras. Nem nos estádios da Europa existe a obrigatoriedade de se trabalhar com a categoria V0. Nesse ponto, temos ainda um diferencial em relação ao que está sendo praticado lá fora”, garante Iannoni. Outra característica importante para a segurança dos torcedores é o fator resistência dos assentos. “Um assento plástico quebrado pode virar uma arma dentro dos estádios”, afirma Iannoni. Por isso, o assento Charlie, da Flexform, tem resistência acima da exigida pela NBR 15925/11. “Fizemos uma série de ensaios mecânicos superdimensionados para aferir a resistência do produto e atender com folga às exigências das normas, garantindo mais segurança aos torcedores”, declara Norimbeni.

Respeito à idoneidade e à indústria nacional
Dezenas de empresas devem participar de concorrências para equipar os estádios da Copa com assentos esportivos. Porém, é esperado que as empresas nacionais tenham presença garantida nas arenas, conforme pondera Iannoni: “Há uma grande preocupação, por parte do Governo Federal, de incentivar a indústria nacional, em especial a indústria de transformação, da qual a Flexform faz parte. E posso afirmar com absoluta certeza que o Brasil tem condições de oferecer produtos que atendem plenamente às especificações técnicas exigidas”.

Segundo o diretor da Flexform, representantes de arenas e governos têm visitado outros países para conhecer estádios e empresas fabricantes de assentos esportivos, verificando cores e outros detalhes dos produtos utilizados lá fora. O empresário, no entanto, sente falta do interesse das arenas e do governo pelas empresas nacionais. “Entendo a importância de conhecer arenas e fabricantes do exterior, mas acho fundamental que governo e representantes de arena visitem as empresas brasileiras, como é o caso da nossa. Afinal, investimos milhões para poder oferecer produtos de excelência para a Copa de 2014”.

Outra expectativa do empresário é que a questão dos custos não leve os responsáveis por algumas arenas a comprarem assentos que não estão de acordo com as especificações técnicas previamente estabelecidas. “Há uma diferença de até 80% no valor dos assentos da categoria V2 e V0. Mas essa diferença é justificada. Enquanto os primeiros são absolutamente seguros no caso de incêndio, os segundos inflamam e só apagam depois de alguns segundos da retirada da fonte de combustão”, esclarece Iannoni.

O diretor da Flexform faz questão de destacar, ainda, as consequências gravíssimas que um acidente com fogo pode provocar em um estádio lotado. “Nesse ambiente, retirar os torcedores de maneira organizada das arquibancadas é complicadíssimo. A tendência é que as pessoas se exponham a enormes riscos, tentando fugir das chamas”, alerta.

Sobre os assentos esportivos
A Flexform firmou parceria com a italiana Bericoplast, uma das mais tradicionais fabricantes de assentos para estádios do mundo, para transferência de know-how. O assento Charlie da Flexform é 100% fabricado no Brasil. “Assim, garantimos mais impostos para o país, contratamos mais mão de obra, contribuímos para o aquecimento da economia e para o desenvolvimento do Brasil”, afirma Pascoal Iannoni. No total, a Flexform investiu quase três anos anos e mais de R$ 2 milhões no desenvolvimento do produto que respeita as condições fixadas pela ABNT. Além disso, a Flexform desenvolve poltronas para as chamadas tribunas de honra de estádios, como as do estádio São Januário, no Rio de Janeiro.

ASSESSORIA DE IMPRENSA


marketing@flexform.com.br




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