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Os ambientes de trabalho mudaram

De espaços padronizados e sem personalidade à ambientes descontraídos e flexíveis. As inovações arquitetônicas incentivam a criatividade, o trabalho em equipe, promovem o conforto e a praticidade ao profissional moderno.
Entenda como os novos conceitos de escritório podem determinar o sucesso ou fracasso dos negócios.

Ao longo de décadas, a arquitetura dos escritórios vem se transformando e ganhando um papel estratégico nas organizações, desafiando designers e arquitetos a criar novos conceitos e para novos perfis de empresas.

Os modelos conhecidos hoje como openoffice, home office e coworking são resultado do avanço tecnológico, crescimento dos centros urbanos, novas formas de trabalho e a maneira como as pessoas lidam com a rotina e os relacionamentos do ambiente corporativo. E ao que tudo indica, esta revolução está apenas começando.

A evolução do ambiente corporativo

No final do século XIX, o ambiente de trabalho era marcado pela segregação espacial, com ênfase nas diferenças hierárquicas, especialização e padronização das atividades. Somente a partir da década de 30, o trabalhador passa a não ser mais visto como uma máquina e entende-se que as variáveis psicológicas interferem na produção.

Os primeiros escritórios com grandes espaços abertos começam a surgir na década de 50 e as diferenças hierárquicas tomaram um novo formato, a chamada “linha horizontal”, que vem revolucionando a estrutura administrativa das empresas, derrubando as paredes e melhorando os relacionamentos interpessoais. Dez anos depois, as estações de trabalho com mesas individuais e divisórias ganham vez, trazendo aos colaboradores seu próprio espaço.

Nos anos 90, os computadores invadem os escritórios e há um maior equilíbrio entre espaços abertos e áreas de privacidade, mas a tônica ainda recai sobre as diferenças hierárquicas e a compartimentação de tarefas, as salas individuais ainda são predominantes nesse período.

A partir dos anos dois mil, os espaços tornam-se mais flexíveis com o compartilhamento de mesas e bancadas, as salas privadas passam a ser de uso exclusivo para reuniões. As empresas começam a implementar políticas de home office, prática que possibilita trabalhar de casa e surgem as primeiras áreas de coworking, um modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaços e recursos entre pessoas de diferentes empresas e áreas de atuação. Hoje, o principal objetivo é moldar os ambientes às necessidades das pessoas e não o contrário.

A evolução do open space

Com o advento das start-ups e o crescimento das empresas de tecnologia como a Google, Microsoft, Apple, Amazon, Facebook entre outras, o design corporativo mudou e o escritório aberto virou símbolo de sucesso, fama e poder. A proliferação deste modelo de escritório foi imediata – nos EUA, 70% das empresas usam openoffice – este conceito é a tradução da dinâmica e a flexibilidade moldada a nova forma de trabalhar em ambientes mais livres. Essa mudança trouxe maior liberdade para o layout organizacional, que vai além da estética, mas que busca principalmente otimizar o desempenho das equipes de trabalho.

Os espaços começaram a ser desenhados para obter resultados específicos, como produtividade e inovação, mas, alguns problemas relacionados a este layout, como por exemplo, ruído em excesso, dificuldade de concentração, falta de privacidade, disputa pelas salas de reunião e estresse começaram a aparecer, trazendo um novo desafio para a arquitetura e o design de interiores: a evolução do open space, a busca por oferecer diferentes opções de espaço aos colaboradores, afinal, cada pessoa têm ocupações e necessidades diferentes.

Coworking e home office

Ainda é difícil prever qual o layout ideal, a tendência é que os escritórios sejam desenhados de acordo com os objetivos e cultura do negócio. O coworking entra nesta soma permitindo o livre fluxo de ideias e pontos de vista, fazendo com que diferentes empresas alocadas em um mesmo espaço prestem serviço umas às outras, crescendo juntas. Entre todas as suas vantagens, o coworking é a tendência da economia criativa e as empresas que investem neste conceito, acabam reduzindo gastos como aluguel, água, luz e internet.

Opções não faltam, além dos escritórios abertos, o trabalho remoto ou home office ganha cada vez mais espaço ao proporcionar flexibilidade, comodidade, qualidade de vida, economia e conforto. Esse tipo de compartilhamento faz com que as empresas de coworking se aproximem ideologicamente das cooperativas, possuindo um foco não exclusivamente no lucro, mas também na melhoria da sociedade, conquistando cada vez mais adeptos entre os microempresários.

Em resumo, os ambientes de trabalho estão cada vez mais humanos e o funcionário ganha papel determinante, seja dentro de um escritório em casa, compartilhado com outras empresas ou em um escritório aberto.

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